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| Em Balneário Camboriú. |
Os leitores mais assíduos do blog já devem ter percebido que, desde março, tenho postado menos. Isso se deve ao fato de que estou na Bahia divulgando
o meu livro (o qual pode ser comprado na nossa loja virtual do Facebook, é só clicar aqui). Com tanta correria, estava meio sem tempo, mas agora voltarei a
dar a atenção que o blog merece.
Para
finalizar a série de posts sobre a viagem que fiz à Santa Catarina, vou falar
de duas cidades que estão próximas, mas que são quase opostas. Começando por
Balneário Camboriú, devo dizer que esperava mais. A cidade é limpa, organizada,
tem uma orla bastante agradável, mas se chover, o passeio do turista já fica
comprometido.
Dos
dias que passei em Balneário Camboriú, a impressão que tive é a de que os
governantes ainda não sabem como aproveitar o potencial turístico do lugar. Tirando
as praias, as atividades diurnas são quase nulas, principalmente para os
jovens. Mas se acaso você estiver com a família, uma opção viável pode ser o
Barco Pirata, que faz um trajeto de uma hora e meia pela praia, com direito a
apresentações lúdicas e almoço. Não cheguei a fazer o passeio, mas li relatos
no TripAdvisor que, na alta temporada, o espaço fica muito apertado devido a
quantidade de gente.
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| Apresentação no Barco Pirata. Fonte: World is Round. |
Outra
opção, é fazer uma visita ao Cristo Luz, uma espécie de Cristo Redentor do
litoral catarinense. Mas prepare o bolso. Só para subir de carro, custa 10
reais. Aberto das 16 às 00h, a entrada custa 12 reais durante o dia e 24 reais
durante à noite.
Acredito
que a melhor alternativa de passeio diurno seja mesmo o Parque Unipraias. Com muito
verde e atividades de ecoturismo, o parque pode agradar desde crianças até
adultos que gostam de esportes radicais. De lá, tem-se uma vista privilegiada
da cidade. Sem contar, o passeio de bondinho, aparentemente, muito seguro. A entrada custa 18 reais, fora algumas atividades compradas avulsas.
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| Bondinho do Unipraias. |
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| Panorâmica de Balneário Camboriú vista do Parque Unipraias. |
No
mais, temos praias e mais praias. Para quem gosta de andar, a orla se mostra
convidativa à tarde. Já à noite, a orla fica muito bonita com as luzes e o
movimento aumenta nos inúmeros restaurantes que a cercam, há para todos os
gostos.
Achei
a média do preço dos hotéis bastante salgada, o que é um ponto negativo, mas se
estiver de carro, pode compensar o valor da diária com a possibilidade de fazer
um bate-volta à Pomerode, que fica a 91 km de Balneário C. e 27 km de Blumenau.
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| Entrada de Pomerode. |
Embora
seja uma cidade muito pequena, Pomerode tem um charme diferenciado. Seu povo mantém
viva a cultura alemã, desse modo, o turista se sente como se estivesse num
outro país. Mais do que atividades, ou observar arquitetura, o melhor programa
em Pomerode é admirar e tentar apreender o comportamento de seus habitantes.
Se
estiver com família, chegue sem pressa. Há várias lojas no caminho, como Teka,
Klin, nas quais se pode parar para comprar, ou simplesmente admirar. É organizado
de dar gosto.
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| Na loja Klin. |
Logo na entrada de Pomerode, a qual lembra bastante a entrada de Holambra, pode-se tirar boas fotos. E como a cidade é pequena, caso o clima esteja agradável, surgiro deixar o carro na entrada e ir andando até o Teatro Municipal, passando pela loja de artesanato, olhando as flores... Senti-me como se estivesse numa cidadezinha do interior da Alemanha.
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| Minha sobrinha frente ao Teatro Municipal. |
A visita à Pomerode é válida principalmente pelo contraponto cultural com Balneário Camboriú.
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| Monumento aos imigrantes. |












