Maria do “BBB11″ era sorridente, despojada, não tinha medo de se mostrar. Sua fama poderia não ser das melhores, mas isso não impediu que ela ganhasse o prêmio da edição anterior. Sua vitória foi a prova de que ser periguete tem suas vantagens, pois, além de ter muitos homens aos seus pés, a periguete é cheia de atitude, fala o que quer e não se importa com a opinião alheia. É um tipo de personalidade que causa – fale bem ou fale mal, mas falem de mim.Como a sociedade não perdoa excessos, não são todas as mulheres que se permitem chutar o balde, vestir micro roupas e falar o que vier à cabeça. Assim sendo, aquelas que conseguem manter este estilo são admiradas como heroínas anárquicas.
Em shows, Ivete Sangalo tem orgulho de dizer que poderia se chamar Periguete Sangalo e a plateia vai à loucura. Em “Insensato Coração”, Natalie Lamour (interpretada por Deborah Secco) caiu nas graças dos telespectadores se tonando uma das personagens mais queridas da novela com seu jeito espevitado. A moda continuou e foi a vez de Carolina Dieckmann pereguetiar como a Teodora de “Fina Estampa”, causando tendência no vestuário feminino e no linguajar coloquial/chulo.
Leia o restante da crítica no site para o qual escrevo: http://blogs.pop.com.br/tv/critica-bbb-a-moda-da-periguetes/



