sábado, 11 de fevereiro de 2012

Crítica BBB - A Moda das Periguetes

 Já foi o tempo em que ser chamada de periguete era motivo de irritação. Com a mudança de valores morais, a alcunha não só é aceita de bom grado por uma quantidade consistente de mulheres como é inclusive desejada, afinal de contas ser periguete está na moda.


Maria do “BBB11″ era sorridente, despojada, não tinha medo de se mostrar. Sua fama poderia não ser das melhores, mas isso não impediu que ela ganhasse o prêmio da edição anterior. Sua vitória foi a prova de que ser periguete tem suas vantagens, pois, além de ter muitos homens aos seus pés, a periguete é cheia de atitude, fala o que quer e não se importa com a opinião alheia. É um tipo de personalidade que causa – fale bem ou fale mal, mas falem de mim.

Como a sociedade não perdoa excessos, não são todas as mulheres que se permitem chutar o balde, vestir micro roupas e falar o que vier à cabeça. Assim sendo, aquelas que conseguem manter este estilo são admiradas como heroínas anárquicas.

Em shows, Ivete Sangalo tem orgulho de dizer que poderia se chamar Periguete Sangalo e a plateia vai à loucura. Em “Insensato Coração”, Natalie Lamour (interpretada por Deborah Secco) caiu nas graças dos telespectadores se tonando uma das personagens mais queridas da novela com seu jeito espevitado. A moda continuou e foi a vez de Carolina Dieckmann pereguetiar como a Teodora de “Fina Estampa”, causando tendência no vestuário feminino e no linguajar coloquial/chulo.

Leia o restante da crítica no site para o qual escrevo: http://blogs.pop.com.br/tv/critica-bbb-a-moda-da-periguetes/

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